quinta-feira, março 20, 2008

Cães grandes e homens pequenos


"Howling Wolf", autor não encontrado


Começa a faltar paciência para isto. Foi proibir o fumo, foi proibir as colheres de pau (tão úteis para dar disciplina às crianças desobedientes), foram os piercings, agora são os cães. Os cães perigosos. Admito que estou a ficar preocupada. Sou muito mais perigosa do que qualquer cão. Não mordo. Escrevo. Mas sou capaz de ficar ofendida se alguém me mandar executar um dia destes devido ao perigo que ponho para os outros seres humanos (principalmente às quartas feiras à noite, depois do "Dexter"). Sei lá, quem vos garante?... Posso ser um serial killer disfarçado de gótica.
Começa também a faltar a paciência para falar disto, tal são tão repetitivas estas medidas ridículas ladradas por um governo de pinchers que as palavras começam a escassear, até para um "animal feroz" como eu, mas vou tentar.

Proibida importação e reprodução de cães perigosos

O Governo vai proibir a importação, criação e reprodução de cães de sete raças consideradas perigosas e de todos aqueles que resultem do cruzamento de animais destas raças ou com outras espécies. A notícia é avançada pela TSF e abranges as raças Pit bull, Rottweiler, Cão de fila brasileiro, Dogue argentino, Staffordshire terrier americano, Staffordshire bull terrier e Toza inu.



Cães perigosos: lutas de morte

Animais são utilizados para ameaçar, assaltar e divertir. Lutas são organizadas por classes altas e baixas e ocorrem um pouco por todo o país. Só em Sintra, GNR apreendeu 30 cães usados em combates


Porto: câmara vai despejar donos de cães perigosos
Também estão previstas multas nos Bairros Municipais

Quem continuar a ter cães «perigosos» ou «potencialmente perigosos» dentro das habitações municipais será alvo de despejo. A proposta foi, esta terça-feira, aprovada em reunião da Câmara do Porto, por unanimidade. A regra já existia, mas não previa a possibilidade de despejo.


Cães cada vez mais ilegais

Criadores das denominadas «raças perigosas» criticam novas medidas. Garantem que polícia não entra nos bairros onde há mercado paralelo destes animais. «É o caminho mais fácil e uma medida extrema». Associações falam em aumento da taxa de abandono

O Governo escolher «o caminho mais fácil e optou por uma medida extrema», afirmou ao PortugalDiário Hugo Ramos, presidente do Rottweiler Clube de Portugal. Para este amante da canicultura a justificação para a proibição de importar ou criar estes animais é óbvia: «Dava muito trabalho» fiscalizar a lei que aprovaram em 2007.

«Até porque», acusa, «fizeram uma lei que não estava regulamentada e, por isso, não era cumprida». «Estamos à espera há meses que o Governo, através da Direcção-geral de Veterinária, determinasse quem e em que termos podia criar os animais». Nada foi feito.

(...)

Animais vão ser abandonados

Já esta tarde, a associação ANIMAL alertou para um possível aumento do abandono de cães que poderá resultar da proibição da importação, reprodução e criação de cães de sete raças consideradas perigosas considerada pelo Governo.

«Quem vai pagar a factura são os animais que serão abandonados pois as pessoas vão querer furtar-se a estas condições entregando-os aos canis e gatis municipais. As pessoas não vão querer pagar pelas esterilizações», comentou à agência Lusa o presidente da associação de defesa dos direitos dos animais, Miguel Moutinho.

«Uma medida destas, imposta sem qualquer preparação, vai gerar uma reacção que vitimará os animais», acrescentou.


Quem me conhece sabe que nada no mundo me transtorna mais do que a malvadez contra os animais, de todas as vítimas aquelas que menos capacidade têm de defesa. Gente que maltrata animais é gente sádica e cobarde e é por isso que não gosto de gente que não gosta de animais. Gente sádica e cobarde só não tortura gente do seu tamanho porque mete o rabinho entre as pernas e mija-se todo. Gente que não gosta de animais não gosta de ninguém, nem de si próprio.

É o caso deste governo que na falta de tamanho para deixar obra grande e nacional na Justiça, na Educação, na Saúde, vai fazendo de mau pai de família a quem já nem o mais pequeno pirralho tem respeito.

Não vou fazer um post sobre a crueldade para com animais mas aproveito para divulgar uma medida, essa sim meritória, da sociedade civil, a petição online e em papel da Associação Animal, "Pelo Fim dos Crimes Sem Castigo" e para definir penas a aplicar às bestas que maltratam os animais ou que os mantêm para fins tenebrosos, com o propósito de levar o assunto à Assembleia da República e fazer de facto alguma coisa de jeito.

Isso sim, é de homem, e a petição pode ser assinada aqui.




Proibir não é apenas o caminho mais fácil, como já disse gente que há-de enterrar os ossos destes pinchers, é também o melhor caminho para demonstrar como são pequeninas as ideias deste governo cheio de tiques proibicionistas a que hoje, no "Metro", José Júdice apelidou de "abelhudismo".
Eu chamo-lhe pior. Como diria aquela entrevistada anónima do post anterior, "Os deputados estão na Assembleia da República a pensar em coisas destas? Está a brincar, não está?". Não está. O (des)governo está de facto sentado a pensar em coisas importantes para a nação como fazer cafés só para não fumadores (mas sem direito à escolha), proibir (sem direito à escolha) confecções artesanais de valor cultural inestimável como os pastéis de bacalhau da D. Alzira com que esta alimentou desde sempre a família, proibir os piercings nos filhos (dos outros), e até nos manda saber quais são os cães que se podem ter.
Não há palavras para descrever o ridículo desta lei/proposta/bosta que há-de ir com as telhas tão depressa como esta raça de anões que agora roça o traseiro, qual cão sarnoso, pelos gabinetes da assembleia.
É melhor não lhes dar ideias senão proibem também o pastor alemão, o podengo alentejano (em tempos mais felizes --ou mais optimistas-- tive um bichinho desses, rafeiro mas igualmente mau como as cobras e que pesava tanto como eu), o cão de fila açoreano, e, last but not least, essa besta impressionante e muito nossa que é o lindo Serra da Estrela. Tenho a impressão que esta gente nem sequer sabe o que é um Serra da Estrela, fechados como estão nos seus apartamentos assépticos onde só penetram os micróbios do ar condicionado (que eles não vêem e cujas alergias não dão notícias tão bombásticas). Se vissem um Serra da Estrela correr para eles a abanar o rabo eram capazes de gritar "leão!" e borrar-se todos. Em dias de lua cheia, tenho aqui uma gata que os esgatanhava todos caso eu deixasse (mas não é preciso porque para isso estou cá eu com o meu polegar oponível, cérebro de homo sapiens sapiens, e arma na mão: o voto).
Mas como esta gente chegou à definição de "cães perigosos" é para mim um mistério insondável. Mais um daqueles momentos de queixo caído a tentar imaginar a tortuosa tentativa de raciocínio destes frutos da consanguinidade. Mas afinal, não lhes foi difícil. São os cães da moda que aparecem nos jornais. Tocar nos donos não, que é gente muito, mas muito perigosa, e a malta do governo é tudo gente muito pequena como o Francisco George Director-Nacional da Saúde. Livra! Na volta até era preciso comprar balas para as pistolas dos polícias! Olha a despesa que não era! É de génio, sim senhor! Proibir meia dúzia de raças de cães. E claro, os criminosos, que é tudo gente que respeita o código penal, vão logo fazer o que os senhores querem. A correr e a saltar.

Actualmente pergunto-me que outra medida de génio estará na forja para sair e distrair a malta do verdadeiro abismo em que mergulha vertiginosamente enquanto vai cantando e rindo e vendo a bola. Será o quê? Proibir as ratas, que as há bem grandes e activas em todo o lado e toda a gente sabe que as ratas são perigosas?
-- E o texto ia tão bem, era mesmo preciso esta brejeirice?--
Definir o tamanho do cabelo por motivos de higiene pública? Proibir outra cor de verniz que não rosa? Agora não tenho dúvidas de que haverá infinitos ataques à inteligência mais mediana daqui até ao fim do mandato até que todos os wannabe ditadores tenham decretado a sua regrazinha. E cada vez menos gente lhes ligará porque toda a gente sabe o que acontece aos "paizinhos" que proibem tudo.

Desobediência geral. Até apetece entrar num café a fumar, com um piercing na língua, passeando um casal de rotweillers a acasalar. Palavra de honra, apetece ou não apetece? Ah pois apetece!

Neste caso, as boas notícias são também as más. Enquanto nos cai o coração aos pés porque em vez de governar o país os deputados andam entretidos a contar detritos fecais caninos na calçada e a apagar beatas acesas com a língua, quais dementes malcheirosos, é que estas regrazinhas de caca não são nada que não se anule em três dias assim que os traseiros sarnosos forem devidamente corridos da coisa pública.
Voltando ao assunto do fim de mandato, que isso sim é sério. Sei que até já se fala por aí de uma revolução armada. Obviamente, uma revolução, neste momento, não seria legítima nem produtiva. Mudar as moscas? Para isso, em 2009, basta votar no PSD.
Ainda não estão esgotadas todas as vias democráticas. O que é preciso fazer é uma revolução de mentalidades e acabar com o voto (in)útil. É preciso, em 2009, votar, mas votar em força e em peso, e votar em tudo menos no centrão. Votar em tudo desde o PCTP-MRPP à POUS, no Bloco, no CDS, até no PNR se a revolta for muita, ou um partido novo qualquer, tudo menos PS ou PSD. Obrigar os partidos a mexer-se começa no povo que o elege. Se os partidos são estagnados é porque o povo fede.
E se o povo fede é mais grave. Já fedeu muito nestes últimos trinta anos. Porque os homens são como os cães. Há homens grandes, que dão novos mundos ao mundo, e homens pequenos que proibem colheres de pau. Se o povo fede de podre, é tempo de homens pequenos.

Não digo eu, mas a História, que os homens pequenos são os mais perigosos de todos. Ou se lhes põe o açaimo a tempo ou devoram tudo o que encontram pela frente.



Agora basta. Enterro o osso. Já devo ter esgotado o tema durante uns largos meses para a frente em que será servido mais do mesmo.
Vou ali dar uma volta por motivos pessoais. Acordem-me quando começar a revolução.

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7 Comentários:

Blogger Psiquê disse...

Pois é… talvez o problema é que o que aconteceu há quase 34 anos não foi bem uma revolução, mas uma revolta …de tudo menos de mentalidades…

E o resultado mais vísivel dessa revolta deve ter sido mesmo “só” a liberdade de expressão...

A diferença ente o ontem e o hoje, é que se antes as pessoas que tinham uma opinião contrária não o podiam demonstrar, agora podem falar, escrever, votar e juntar-se em grupos nas ruas.

A semelhança é que por mais que as pessoas se sintam insatisfeitas e injustiçadas nada muda. Podem falar? Podem. Podem escrever? Podem. Podem votar? Claro. Podem fazer greves, criticar, gritar e insultar quem lhes apetece? Podem. Alguém leva essas manifestações a sério? Não. Alguma coisa de importante e substancial muda? Não.

Foram muitos anos habituados a ser mandados e não tiveram tempo de aprender a pensar por si próprios. É muito mais cómodo existirem leis que decidam por nós, assim como o tão português “chico espertismo” que prefere ter leis para transgredir e achar-se mais esperto quando engana o Estado, sem se aperceber que ele é que é o enganado e ainda por cima leva os outros por arrasto…

Enquanto a noção de respeito pelos outros passar por cumprir leis estúpidas só quando “os senhores de azul” estão á espreita; enquanto se fizer por medo da multa e não por auto-consciência; enquanto não se perceber o que é respeito por si, respeito pelos outros e direito de escolha, não haverá (r) evolução possível…

21/3/08 21:56  
Blogger Akinol disse...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

22/3/08 14:36  
Blogger Paulo Alexandre disse...

Penso que não é necessário mudar a legislação e a mudar, se deveria começar pelos donos dos cães, pois estes são os que não cumprem as muitas leis já existentes(Lei nº 49/2007, Portaria nº 421/2004, os Decretos-Lei nº 312,3,4,5/2003. E quem deveria fiscalizar não fiscaliza (art. 18º do Dec. Lei 313/2003, de 17 de Dezembro). Se a Lei fosse aplicada não era necessário ter de eliminar sete raças de cães em Portugal.

As Câmaras Municipais (CM) e o Estado e a DGV não deveriam fiscalizar pelo cumprimento das leis?

Compete à DGV, às DRA, à Inspecção-Geral das Actividades Económicas, às Câmaras Municipais, aos médicos veterinários municipais, às juntas de freguesia, à GNR e a todas as autoridades policiais assegurar a fiscalização.

É de lei registar os cães na junta de freguesia de residência (Portaria nº 421/2004).

O Clube Português de Canicultura (CPC) só regista (não obrigatório) no Livro de Origens Português (LOP) os cães com pedigree e cujos donos não estejam suspensos por este (CPC) de todas as actividades cinológicas. O LOP é da responsabilidade da DGV mas delegada no CPC. Veja-se o exemplo dos registos do gado bovino.

E já agora, quantos cães existem em Portugal? Quantos estão registados (perigosos ou não)?

As Polícias (PSP, Municipais, …) multam o dono do cão por não trazer a trela, não ter açaime se for caso disso, se defecar em espaços públicos, …? Muito provavelmente não. Mas se as anteriores infracções são fáceis de detectar, punir o facto do cão não estar registado, é mais complicado.

Deixo uma sugestão, solicitem à pessoa que passeia o cão, o nome e morada do proprietário do animal e enviem os dados para verificação para a Junta de Freguesia (JF) e apliquem a lei. A DGV através das CM e das JF faz a vacinação anti rábica. Verifiquem se têm o registo e o microchip. Até os próprios médicos veterinários o podem fazer. Isto tudo é uma questão cultural e de civismo.

As CM e as JF pactuam com estas irregularidades e só quanto existe uma desgraça é que actuam e os senhores jornalistas já têm matéria para páginas nos seus jornais e abertura de notícias na rádio e televisão.

“LOP – Livro de Origens Português, pedigree, o registo de nascimento dos cães de “raça pura”. O LOP foi criado em 1932, para fazer o registo genealógico, para a identificação dos cães de raça pura, existentes em Portugal, conforme despacho ministerial de 29 de Março de 1939 (Diário do Governo, nº 91, 3ª Série de 20 de Abril de 1939) – ponto 1 do art. 1 do Regulamento do LOP, http://www.cpc.pt/cpc/regulamentos/lop_ri.pdf .”

O registo na junta de freguesia de residência é obrigatório para qualquer cão, mas é autorizado, por parte do CPC e das autarquias, onde são realizados os eventos caninos, participarem sem o devido registo e ninguém solicita autorização à Direcção Regional de Agricultura, conforme, o Dec.-Lei nº 314/2003 de 17 de Dezembro. Nestes eventos não existe fiscalização, apesar dos folhetos de divulgação constar o nome de um médico veterinário. O médico veterinário, em muitos casos, não aparece, e quando aparece, faz uma verificação do boletim de vacinas de uma forma aleatória e/ou com a presença do microchip, esquecendo-se da vinheta da junta de freguesia e se acontecer não ter a vinheta da junta, não acontece nada ao prevaricador.

Será que o médico veterinário (se aparecer) vai ver (artº 5 Decreto-Lei nº 314/2003) todos os cães? Talvez não, e se fizer alguma verificação, esta é aleatória e itinerante, segundo as regras do CPC (www.cpc.pt/?exposicoes/2007/info/veterinario).

Será que o médico veterinário municipal vai ver selo ou carimbo do licenciamento de cães, “potencialmente perigosos” ou não, no boletim sanitário? Talvez não. E se o médico veterinário der pela falta do selo ou carimbo? Passa à frente, porque esta responsabilidade é do Presidente da junta da área da exposição.

Os cães considerados “potencialmente perigosos” vão andar de açaime no espaço público da exposição? Não. É punido? Não.

As exposições e ou concursos caninos pedem autorização às Direcções Regionais da Agricultura (nº2 do art. 4º do Dec. Lei nº 314/2003)? Talvez não.

PS - Por falar em cães, existe um buraco no Decreto-Lei nº 74/2007 - cidadãos portadores de deficiência com cães de assistência pois este não é possível de ser cumprido. Quais são os “estabelecimento idóneo e licenciado que utilize treinadores especificamente qualificados” em Portugal? A profissão de treinadores de cães é reconhecida oficialmente?

24/3/08 13:23  
Blogger Psiquê disse...

Em relação aos rotweillers e outras raças “supostamente” perigosas, ouvi um dos tratadores desses cães responder como uma outra pergunta, a quem lhe perguntava acerca do perigo que é ter esses animais. Ele respondeu: “Se alguém que não tem carta, nem sabe as regras de trânsito, vai para a estrada com um carro de alta cilindrada e tem um acidente, a culpa é de quem? Do condutor ou do carro? “ .
Nem mais…Os animais antes de atacar, dão sempre os seus sinais. Não têm é culpa dos donos não os saberem ler nem interpretar. Mas depois é o animal (neste caso o cão…) que é abatido… Já ouvi pessoas dizer que o melhor não é só proibir, é mesmo deixar de fazer criação dessas raças. Extingui-los, já que são perigosos…. Porque mesmo proibindo, há sempre quem consiga arranjar forma de os ter (parece que acontece o mesmo com as armas. Imagine-se! Há pessoas que têm armas sem licença…como se fosse possível…) Pois é….é mais fácil extingui-los é…

Então, acho que a seguir somos mesmo nós…a chamada raça humana...Sim, é mesmo o melhor a fazer… deixar de criar bebés. Dizem, que por muito bem educados que sejam, parece que alguns quando crescem até batem nos pais e nos professores. E podem tornar-se potenciais criminosos. Ou políticos que se entretêm entre eles vendo quem é que consegue inventar a lei mais idiota, para o povinho andar distraído do que realmente é importante. Pois, é melhor não arriscar … ;D

24/3/08 14:58  
Blogger Night Slave disse...

Também concordo. Esses cães só são bestas, se forem educados para tal. Olhem meus "amigos" políticos: não era mais fácil extinguir a espécie humana? Essa sim, é que é besta e só faz merda atrás de merda, maltrata os animais e as pessoas que são "diferentes", só porque têm deficiência, ou por serem de outra raça ou religião, ou serem gays ou bissexuais ou não serem uns quequezinhos ricos que dizem que a prostituição é nojenta e que o tabaco é uma droga e que depois às escondidinhas vão aos bordéis e cheiram coca na cave. Gente filha da mãe e do pai, é o que eles são! loool
Fazem tanto espalhafato por um cão morder uma pessoa e se fosse uma pessoa a maltratar um cão? O que é que eles faziam? Fácil! NADA!
Não sei como é que essas pessoas se acham mais importantes que os outros animais. Só porque falam e raciocinam merdas como estas leis?
Já dizia uma professora duma prima minha que é uma tiazinha: "O lugar dos cães é na rua e há pessoas que tratam muito bem os animais, mas se calhar se fosse um bebé (pessoa) se calhar já não tratavam"... simplesmente patético!

26/3/08 15:34  
Blogger gotika disse...

Quando o homem perder a capacidade de dominar o cão, torna-se menos homem e mais animal. Regressão evolutiva.

27/3/08 05:32  
Blogger Carreira disse...

A confusão está lançada!

Bom Domingo

José Carreira (www.cegueiralusa.com)

30/3/08 16:08  

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