domingo, 5 de fevereiro de 2023

The Hunger Games: Mockingjay - Part 2 / Os Jogos da Fome: A Revolta - Parte 2 (2015)


Gostei muito mais deste último “episódio” de “The Hunger Games”, muito devendo a finalmente terem deixado brilhar as estrelas: Donald Sutherland e Julianne Moore. Parecendo que não, é logo outro nível. Concomitantemente, o meu prazer neste último filme pode dever-se também ao efeito “Acabou! Acabou!”. Admito que já estava cansada do formato e queria uma resolução. Então vamos lá ao mais importante.
Finalmente, Katniss decide-se e fica com o… Haha, como se eu fosse dizer! Os leitores deste blog já devem sabê-lo, romances (e triângulos amorosos) Young Adult não me excitam grandemente e este já durava há tempo a mais.
No último filme, Katniss continua no coração da Resistência, onde a Presidente Coin (Julianne Moore) a utiliza como símbolo para galvanizar a rebelião contra o Capitólio. Mas Katniss não é rapariga de ficar metida num bunker a ser um símbolo e decide ir pessoalmente ao Capitólio apertar o gasganete ao Presidente Snow (Donald Sutherland), como ele merece.
Aqui acontece a parte mais idiota do filme. O Capitólio encontra-se sob ataque da Resistência, uma equipa de soldados acompanha Katniss pelas ruas da cidade, e, em vez de exercer uma resposta militar, o Capitólio decide colocar armadilhas aqui e ali e televisioná-las, como se fosse mais uma edição dos Jogos da Fome. Às vezes nem percebi muito bem o que estava a acontecer. Por exemplo, uma das armadilhas lança toneladas de óleo, supostamente para afogar a equipa. Não teria sido mais eficiente incendiar o óleo?... Desta forma a equipa conseguiu escapar para um prédio alto. Com o óleo a arder talvez não tivesse escapado. Não estou a ser má, estou a pensar em termos militares. Não percebi aquilo.
Mas avançando. Sem incorrer em muitos spoilers, Katniss apercebe-se de que a Presidente Coin tenciona tomar o poder e reinstaurar os Jogos da Fome, desta vez com os apoiantes do Presidente Snow como vítimas. Katniss não gosta nada da ideia. Afinal, tanto Coin como Snow são iguais no sentido em que só pensam em conquistar e manter o poder. Gostei da reviravolta.
O final é bastante satisfatório para o que se pretendia desta distopia Young Adult. Eu queria mais, muito mais, mas já sabia que não o teria daqui. Adeus, “Hunger Games”. Acabou, acabou!

14 em 20


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