domingo, 18 de janeiro de 2026

Winchester / A Maldição da Casa Winchester (2018)

Um médico é mandado avaliar a sanidade mental de Sarah Winchester, herdeira e accionista maioritária da companhia Winchester (a das espingardas). Julga-se que Sarah Winchester já não está no seu juízo perfeito porque não pára de mandar reconstruir e ampliar a sua grande mansão, gastando fortunas no empreendimento. Na verdade, Sarah Winchester está convencida de que a sua família está amaldiçoada por todas as vítimas das armas Winchester e manda fazer essas divisões para apaziguar os espíritos dos mortos.
Este é daqueles filmes inspirados em "factos verídicos". A verdadeira Sarah Winchester mandou construir uma mansão excêntrica de arquitectura estranha e, claro, há quem diga que a mansão está assombrada. A mansão existe mesmo e é uma atracção turística.
Já tinha visto este filme e por alguma razão não escrevi sobre ele. Vi a segunda vez e não desgostei tanto, mas, convenhamos, "Winchester" é uma soma de clichés. Tem tudo: a casa assombrada, a criancinha possuída, a idosa reclusa e excêntrica. Até me pareceu um filme do nosso amigo James Wan ("The Conjuring"; "Insidious", etc), e não sou a única. De início, o cenário e a natureza das personagens é suficiente para criar uma atmosfera inquietante onde o terror pode vir a acontecer. Não seria de surpreender se esta mansão tenha contribuído para inspirar o livro "The Haunting of Hill House". O que me chateou mesmo no filme é quando o fantasma mau pega numa espingarda Winchester e começa a disparar sobre as pessoas, e quando as pessoas disparam de volta. Sim, isto é para meter as espingardas Winchester na história, mas... enfim. Vamos lá matar o espírito com tiros.
Recomendo a primeira parte do filme, antes de começar o tiroteio. Não é um bom filme e o fim estraga tudo, mas dá para entreter.

11 em 20

 

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