terça-feira, 20 de setembro de 2005

Novo fórum - com música!

Como devem ter reparado, há muito tempo que não partilho ficheiros de música. Isto porque requeria pelo menos uma hora a fazer o upload, actualizar a página, anunciar o update... Bem, é muito mais fácil no novo fórum.
Basta uma ideia, um pedido, e faz-se luz (neste caso, música).
Registem-se!

http://s13.invisionfree.com/GotikaBlog/

segunda-feira, 19 de setembro de 2005

Novo fórum de discussão

À semelhança do grupo MSN GotikaBlog, criei um novo fórum de discussão que parece mais arrumado e organizado do que o grupo referido.

Todos os leitores do blog estão convidados para se registarem aqui:

http://s13.invisionfree.com/GotikaBlog/

Vamos ver se isto resulta.

Entretanto, estive em isolamento mais ou menos forçado com uma gripe valente. Há mais de uma semana que não saio de casa. E não é que me apeteça sair, para ser sincera. Isso seria material para outro post mas não sei se o vou escrever. Não sei? Claro que sei. Não o vou escrever mesmo.
Já não sou uma miúda nova.

domingo, 11 de setembro de 2005

Shut the fuck up

Eu perdi amigos porque não tinha dinheiro para acompanhá-los.
Eu desisti de falar com gente que não ouve.

quinta-feira, 8 de setembro de 2005

"Portugal pode desaparecer"

Carta de um leitor ao Diário de Notícias de sábado, 3/9/2005. Não estava online, por isso tive de transcrever. Este cidadão pensa do país exactamente o mesmo que eu, o que me poupa imenso trabalho. Afinal, parece que as mentes já pensaram tudo o que havia para pensar.
É mais um dos clichés deste país, "o diagnóstico está feito". Passar do diagnóstico à cura é que não há meio.


Portugal não funciona...
O sistema de justiça não funciona, com sentenças a demorarem anos e, portanto, a produzirem uma não justiça.
Temos a mais alta taxa de sinistralidade rodoviária da Europa, mas a polícia limita-se a medir a velocidade e o álcool, multando muitas vezes condutores que não estão a fazer mal nenhum. Os assassinos escapam incólumes.
A criminalidade aumenta, mas os tribunais põem os criminosos na rua. O mesmo criminoso é apanhado vezes sem conta pelo mesmo crime.
Temos a praga dos incêndios e os tribunais libertam os incendiários e ainda ninguém chegou à conclusão de que o eucalipto e o pinheiro têm de ser erradicados.
Não há justiça fiscal. Há décadas que se sabe que os mais ricos não pagam impostos. O Estado paga-se com o dinheiro retirado à classe média.
A educação e a saúde são caríssimas, mas os resultados são péssimos. Na saúde são públicos os grandes negócios e a corrupção. A medíocre educação compromete o nosso futuro.
Poucos são promovidos por mérito e competência, o que decide tudo é o compadrio e o suborno, beneficiando os medíocres.
Há empresas que cumprem as suas obrigações pagando impostos, salários e dívidas. Outras não o fazem, mas nada sofrem por isso, criando-se concorrência desleal.
Dependemos do turismo, mas os nossos monumentos estão em ruínas e a nossa costa está a saque dos interesses imobiliários.
Desemprego, défices do Orçamento e do comércio externo, falta de perspectivas, desespero, vontade de fazer justiça popular, desânimo.
Este quadro negro não é novo, pois já muitas vezes estivemos em sérias dificuldades ao longo da nossa História. Só que dantes não tínhamos alternativa e tínhamos que lutar pelo nosso Estado.
Hoje não nos podemos fechar ao exterior e os espanhóis vão tomando conta da nossa economia. Hoje existe um poder acima do Estado nacional que é a Comunidade Europeia, e se o nosso Estado continuar a desagregar-se, quando perguntarem aos portugueses se não se importam que a Europa os governe, e esta pergunta há-de ser feita, nesse momento decisivo, o Estado português, com oito séculos de História, pode desaparecer.
Fica a nação. Mas uma nação só sobrevive com um Estado ou sem um Estado tirado à força (País Basco, curdos, etc.). Se for de livre vontade e se, ainda por cima, a situação melhorar, desaparece também a nação.


Jorge Duque
Perosinho


Impunidade



Penso que o problema mais grave do nosso estado-nação é a impunidade. De modo geral, e em particular. De modo geral, porque não há avaliação (ou ela é viciada por cunhas e amiguismos, o que vai dar ao mesmo) e respectivo sistema de castigo/recompensa, e não havendo avaliação, não há esforço, e não havendo esforço, não há excelência. Fica a mediocridade. Em particular porque, como diz o cidadão acima, o sistema de Justiça, o mesmo em que se apoia a legitimidade do estado democrático, não funciona. Não funcionando, toda a gente, desde o vulgar chico esperto ao maior grupo de empresas do país, faz o que lhe dá na gana e ninguém o castiga por isso. Certo que um ou dois são apanhados, mas ainda são gozados por se terem deixado apanhar e não pelo que fizeram. (É A TOTAL INVERSÃO DE VALORES!) Porque, vendo o exemplo, e em roma sê romano, toda a gente que já teve pelo menos um emprego a sério na vida tem o rabinho preso. Se calhar, até o tem antes, à conta de erros dos pais. De modo que, de certa forma, até dá jeito às pessoas perpetuarem a impunidade porque na hora de distribuição de réguadas ficavam todos de mão a arder.
O que acontece com isto é uma inversão de valores muito grave. O que era o nacional porreirismo tornou-se no enterro da nação.

Por isso, se me perguntarem se quero ser governada pela Europa, eu vou dizer que sim. Não acredito que as pessoas do país mudem se os governantes não mudarem, e os governantes não mudam porque as pessoas não querem que eles mudem.
De modo que sim, aceito, porque assim não pode continuar. O meu último acto de patriotismo será o de entregar a nação a quem cuide dela.

segunda-feira, 5 de setembro de 2005

É só estilo

Se achavam que os góticos em Portugal são estranhos e exuberantes... pensem de novo.
Aqui, não passamos de uns pacóvios góticos de província.

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domingo, 4 de setembro de 2005

A cidade do vampiro Lestat

E do vampiro Louis.

A cidade que eu comecei a amar através dos livros... New Orleans.