Goth-O-Matic Poetry Generator
Apresento a minha versão de "The Feeling Very Sorry for Yourself Darkly Gothic Poem"
(Desta vez, tentando levar isto o mais a sério possível.)
(Silêncio que se vai declamar um poema gótico.)
(Onde é que eu já ouvi isto?)
Darkness Descends
the night falls without a sound, lost are we.
the salvation for which you lust
flares once, then dies,
swept away by the abyss.
all hope must surely perish.
your heart desires no more.
how could you abandon me?
shadows surround us, crying,
we have lost our way.
segunda-feira, 14 de março de 2005
O adeus ao vodka, ao whisky, ao vinho...
Cheguei à conclusão que já não tenho tempo para apanhar a minha querida bebedeira semanal. Depois de anos de emprego precário e horários incertos, custa-me abdicar desse pequeno prazer.
Já não posso ser uma grande bêbeda. Vou ter de me contentar com os fins-de-semana prolongados.
(Quando é que é a sexta-feira santa, mesmo?)
Ergo o meu copo (de momento vazio) à embriaguez! Embriagai-vos!
Oh, meus amigos imaginários, como vou ter saudades vossas!
Não me abandonem!
Eh bien.
Errata: Onde se lê "a minha querida bebedeira semanal" leia-se "mais do que uma bebedeira semanal" ou "apenas uma bebedeira semanal mas das valentes, *hick*".
Já não posso ser uma grande bêbeda. Vou ter de me contentar com os fins-de-semana prolongados.
(Quando é que é a sexta-feira santa, mesmo?)
Ergo o meu copo (de momento vazio) à embriaguez! Embriagai-vos!
Oh, meus amigos imaginários, como vou ter saudades vossas!
Não me abandonem!
Eh bien.
Errata: Onde se lê "a minha querida bebedeira semanal" leia-se "mais do que uma bebedeira semanal" ou "apenas uma bebedeira semanal mas das valentes, *hick*".
"The Vampyre", de John Polidori
"The Vampyre" de John Polidori é uma curta história que conta como um jovem nobre inglês e a sua irmã são vítimas de Lord Ruthven. Lord Ruthven não é apenas um vampiro. Será muito provavelmente o primeiro vampiro da história da literatura do vampiro moderno. Primeiro que Drácula, muito antes de toda a concepção do vampiro como ser sedutor, elegante e capaz de passar despercebido entre os vivos.
"The Vampyre" foi publicado pela primeira vez na "The New Monthly Magazine", em Abril de 1819, e a sua autoria foi atribuída a Lord Byron.
Aliás, a história da história é tão interessante que merece por si própria ser contada. No verão de 1816, Lord Byron, o poeta Shelley e a sua esposa Mary Shelley, e John Polidori, em viagem para a Itália, viram-se forçados pelo mau tempo a passar a noite num lugar não previsto. Para se entreterem, desafiaram-se a inventar histórias de terror para se assustarem uns aos outros. Desta noite saíria o clássico de Mary Shelley, "Frankenstein" e, menos conhecido, "O Vampiro", de John Polidori. Na altura não levado em consideração, este conto foi simplesmente a base da inspiração de Bram Stoker ("Drácula"), Sheridan le Fanu ("Carmilla") e Edgar Allan Poe (por exemplo, "Berenice").
O conto, uma história de falsa amizade e sedução entre o vampiro e o jovem inglês e a irmã deste, é também a primeira pista para compreender a vocação e inclinação sexual do vampiro como o vemos hoje no cinema e na literatura (sendo Anne Rice um dos maiores exemplos). Subtilmente, está tudo lá.
É, portanto, um conto obrigatório para todos os amantes da mitologia vampírica.
Além disso, é curtinho e lê-se depressa.
É pena estar tão pouco divulgado em Portugal. Espero que este seja o primeiro passo para mudar essa lacuna. Leiam, imprimam e passem aos amigos.
A história integral pode ser lida aqui.
Fontes: John Polidori & the Vampyre Byron
"The Vampyre" foi publicado pela primeira vez na "The New Monthly Magazine", em Abril de 1819, e a sua autoria foi atribuída a Lord Byron.
Aliás, a história da história é tão interessante que merece por si própria ser contada. No verão de 1816, Lord Byron, o poeta Shelley e a sua esposa Mary Shelley, e John Polidori, em viagem para a Itália, viram-se forçados pelo mau tempo a passar a noite num lugar não previsto. Para se entreterem, desafiaram-se a inventar histórias de terror para se assustarem uns aos outros. Desta noite saíria o clássico de Mary Shelley, "Frankenstein" e, menos conhecido, "O Vampiro", de John Polidori. Na altura não levado em consideração, este conto foi simplesmente a base da inspiração de Bram Stoker ("Drácula"), Sheridan le Fanu ("Carmilla") e Edgar Allan Poe (por exemplo, "Berenice").
O conto, uma história de falsa amizade e sedução entre o vampiro e o jovem inglês e a irmã deste, é também a primeira pista para compreender a vocação e inclinação sexual do vampiro como o vemos hoje no cinema e na literatura (sendo Anne Rice um dos maiores exemplos). Subtilmente, está tudo lá.
É, portanto, um conto obrigatório para todos os amantes da mitologia vampírica.
Além disso, é curtinho e lê-se depressa.
É pena estar tão pouco divulgado em Portugal. Espero que este seja o primeiro passo para mudar essa lacuna. Leiam, imprimam e passem aos amigos.
A história integral pode ser lida aqui.
Fontes: John Polidori & the Vampyre Byron
sexta-feira, 4 de março de 2005
Era de Aquário
Há muito tempor que me intrigam as modificações que a Era de Aquário vem trazer ao mundo que conhecemos.
Este post não pretende ser uma cópia da informação disponibilizada por especialistas mas apenas a minha leitura do que tenho lido. Direi apenas - para quem não sabe minimamente do que estou a falar, e sem querer entrar em pormenores técnicos porque não é disso que quero tratar - que o mundo é influenciado por um signo que só muda cerca de cada 2000 anos. Ao contrário do andamento do horóscopo normal, o signo que influencia o mundo vai andando "para trás". É por isso que estamos ainda na Era de Peixes e vamos entrar na Era de Aquário. Uma vez que o signo muda de 2000 em 2000 anos, chama-se à sua influência Era. E uma vez que uma Era dura tanto tempo, 100 anos antes da "passagem" começam-se já a sentir as influências da Era seguinte.
Não se chegou ainda a uma conclusão sobre a data exacta da passagem (ver THE COMING OF THE NEW AGE AQUARIUS ou Age Of Aquarius, por exemplo), mas não há grandes dúvidas entre os estudiosos da astrologia que a New Age (Nova Era) está à porta. Muits explicam o movimento hippie dos anos 70 como a primeira influência notória da Era de Aquário, já para não falar de toda a evolução tecnológica do século XX (muito mais rápida do que aconteceu em 6000 anos de História).
A minha leitura da Era de Aquário, ou, como vai ser o futuro? Tendo em conta as características do próprio signo, será científico, vanguardista, excêntrico e solidário. Não sem perdas. A grande perda da Era de Aquário (se perda se pode chamar) será a noção de família como a conhecemos hoje. Isto porque para o Aquário a verdadeira família é a que nasce da amizade, não dos laços de sangue. Esta mudança da noção de família não é nova na história da humanidade. Ao longo dos séculos houve vários tipos de organização familiar. A partir de agora a família sanguínea será cada vez menos importante.
Outra perda, decorrente desta, é a nossa noção de casamento. Costumo dar um exemplo que é explicativo. Na série "Ficheiros Secretos", Mulder e Scully amavam-se mas nunca abdicaram da individualidade do "eu" para constituir o "nós". Não é o fim do romantismo. É uma forma diferente de viver o amor, com independência. A independência que é tão importante para o signo de Aquário. A sociedade terá de se reestruturar para permitir mais espaço ao indivíduo e novas formas de entreajuda que não passem pela família tradicional como a conhecemos há milhares de anos.
Aliás, a série "Ficheiros Secretos" foi a muitos níveis profética. Não acredito que a Fé desapareça. Muitas vezes dá-se a entender esta ideia, em especial, em contraponto com a Fé da Era de Peixes, a era actual, em que a humanidade se organizou em redor da Fé. O que me parece é que a sociedade se vai organizar em torno da ciência mas vai exigir, pela primeira vez na História, que a ciência comprove ou desacredite a Fé. Nunca o Homem exigiu tanto. Nunca o homem se atreveu a olhar para Deus ao miscroscópio. Vai acontecer. Tal como na série "Ficheiros Secretos", em que a céptica Skully não se recusava a analisar a hipótese do sobrenatural, ao contrário (e perante o escárnio) de toda a comunidade científica.
A Fé não desaparece com a Era de Peixes. A Fé torna-se mais uma variável científica.
O sobejamente conhecido sentido de fraternidade do signo Aquário é uma esperança para o futuro. A esperança de que a tecnologia feita pelo homem não venha a destruir o próprio homem e o planeta que ele habita.
Individualidade, independência, espírito científico, fraternidade. A humanidade vai viver no "futuro".
Este post não pretende ser uma cópia da informação disponibilizada por especialistas mas apenas a minha leitura do que tenho lido. Direi apenas - para quem não sabe minimamente do que estou a falar, e sem querer entrar em pormenores técnicos porque não é disso que quero tratar - que o mundo é influenciado por um signo que só muda cerca de cada 2000 anos. Ao contrário do andamento do horóscopo normal, o signo que influencia o mundo vai andando "para trás". É por isso que estamos ainda na Era de Peixes e vamos entrar na Era de Aquário. Uma vez que o signo muda de 2000 em 2000 anos, chama-se à sua influência Era. E uma vez que uma Era dura tanto tempo, 100 anos antes da "passagem" começam-se já a sentir as influências da Era seguinte.
Não se chegou ainda a uma conclusão sobre a data exacta da passagem (ver THE COMING OF THE NEW AGE AQUARIUS ou Age Of Aquarius, por exemplo), mas não há grandes dúvidas entre os estudiosos da astrologia que a New Age (Nova Era) está à porta. Muits explicam o movimento hippie dos anos 70 como a primeira influência notória da Era de Aquário, já para não falar de toda a evolução tecnológica do século XX (muito mais rápida do que aconteceu em 6000 anos de História).
A minha leitura da Era de Aquário, ou, como vai ser o futuro? Tendo em conta as características do próprio signo, será científico, vanguardista, excêntrico e solidário. Não sem perdas. A grande perda da Era de Aquário (se perda se pode chamar) será a noção de família como a conhecemos hoje. Isto porque para o Aquário a verdadeira família é a que nasce da amizade, não dos laços de sangue. Esta mudança da noção de família não é nova na história da humanidade. Ao longo dos séculos houve vários tipos de organização familiar. A partir de agora a família sanguínea será cada vez menos importante.
Outra perda, decorrente desta, é a nossa noção de casamento. Costumo dar um exemplo que é explicativo. Na série "Ficheiros Secretos", Mulder e Scully amavam-se mas nunca abdicaram da individualidade do "eu" para constituir o "nós". Não é o fim do romantismo. É uma forma diferente de viver o amor, com independência. A independência que é tão importante para o signo de Aquário. A sociedade terá de se reestruturar para permitir mais espaço ao indivíduo e novas formas de entreajuda que não passem pela família tradicional como a conhecemos há milhares de anos.
Aliás, a série "Ficheiros Secretos" foi a muitos níveis profética. Não acredito que a Fé desapareça. Muitas vezes dá-se a entender esta ideia, em especial, em contraponto com a Fé da Era de Peixes, a era actual, em que a humanidade se organizou em redor da Fé. O que me parece é que a sociedade se vai organizar em torno da ciência mas vai exigir, pela primeira vez na História, que a ciência comprove ou desacredite a Fé. Nunca o Homem exigiu tanto. Nunca o homem se atreveu a olhar para Deus ao miscroscópio. Vai acontecer. Tal como na série "Ficheiros Secretos", em que a céptica Skully não se recusava a analisar a hipótese do sobrenatural, ao contrário (e perante o escárnio) de toda a comunidade científica.
A Fé não desaparece com a Era de Peixes. A Fé torna-se mais uma variável científica.
O sobejamente conhecido sentido de fraternidade do signo Aquário é uma esperança para o futuro. A esperança de que a tecnologia feita pelo homem não venha a destruir o próprio homem e o planeta que ele habita.
Individualidade, independência, espírito científico, fraternidade. A humanidade vai viver no "futuro".
Aviso
Logo por azar, a Radio Ghoul School esteve em baixo durante todo o dia de ontem. Felizmente já está a funcionar outra vez. É a melhor rádio online que encontrei até agora. Não só descobri bandas que não são divulgadas em lado nenhum como finalmente associei nomes a músicas que conheço há muitos anos sem saber de quem eram. Não gosto de tudo mas a maior parte é extremamente agradável. Aconselho vivamente.
Já agora, aqui fica o site também: Ghoul School.
Já agora, aqui fica o site também: Ghoul School.
quarta-feira, 2 de março de 2005
Links úteis
Rádio online:
Radio Ghoul School
(Ouve-se com Winamp)
Para não se cansarem a fazer poemas góticos redundantes:
Goth-O-Matic Poetry Generator.
Satisfação garantida!
(Adorava que colocassem a vossa criação nos comentários. Eu já fiz um mas não me apetece fazer outro.)
PS: Afinal, fiz outro, ainda pior e menos original e mais piroso do que o primeiro. Cá está ele.
Radio Ghoul School
(Ouve-se com Winamp)
Para não se cansarem a fazer poemas góticos redundantes:
Goth-O-Matic Poetry Generator.
Satisfação garantida!
(Adorava que colocassem a vossa criação nos comentários. Eu já fiz um mas não me apetece fazer outro.)
PS: Afinal, fiz outro, ainda pior e menos original e mais piroso do que o primeiro. Cá está ele.
untitled
It is a night of dark desire, a song of subtlety,
wolves vent their cry. The immortal one
stirs.
Evil shrouds her deathly form,
an everlasting fear.
Her silken hair cascades over
pale shoulders, and her
full red lips part slightly, to taste the
red tears streaming from the
pale flesh beneath
her.
Now a night of darkness,
I thirst.
Labels:
humor,
radio ghoul school,
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